Gonçalo Amaral em entrevista ao Expresso
Ex-inspector revela alguns segredos da investigação do caso Maddie. Garante que no processo existem provas e não convicções pessoais e revela que nunca Paulo Rebelo, o seu sucessor, o contactou para falar do caso.
O rumo da investigação, homicídio, estava a incomodar o poder político?
Este caso foi mais político do que policial.
O que é que diria aos pais de Madeleine?
Não tenho nada a dizer. A minha grande preocupação é a miúda, não são os pais.
A pista da morte da criança continuou a ser seguida depois da sua saída?
Não sei. O que posso dizer é que desde o dia que saí soube que o processo ia ser arquivado.
A ser assim, fica uma morte por esclarecer?
Fica. E diligências por realizar.