Eleições 2009 – Partido Nacional Renovador

10 de Junho de 2009 – Discurso de José Pinto-Coelho

«Portugueses, estamos aqui na rua, de novo, para celebrar o Dia de Portugal: o Dia da nossa Nação!
Somos o único partido político em Portugal que celebra esta data!
É lamentável, mas também sintomático que mais nenhuma força política assinale aquela que é afinal a maior festa nacional.

Claro está que os partidos de matriz assumidamente internacionalista e multiétnica façam tábua desta data, pois na verdade eles desprezam o conceito de nação.

O mais triste é verificar que muitos outros partidos que falam em Portugal só o façam, e também só se lembrem dos portugueses em épocas de eleições para lhes pedir os votos.

Por falar em votos, acabados de sair da uma eleição que registou uma das maiores abstenções de sempre, importa referir que esta só favorece os partidos instalados e só a eles interessa. Por serem apresentados aos portugueses como única realidade no espectro partidário, têm sempre os lugares garantidos. Mesmo com uma reduzida parcela de pessoas a votar.

Queixam-se eles, cinicamente da elevada abstenção mas não querem assumir que ela resulta do desencanto provocado nas pessoas por causa dos políticos que temos: pelas suas condutas rasteiras e pelo seu exercício de poder desviante.

A estes políticos que se governam a si mesmo em vez de governarem para o país, apenas interessa uma grande abstenção e um povo desmotivado ou narcotizado por uma maciça propaganda enganosa.

A eles, interessa-lhes eliminar a visibilidade dos partidos fora do arco do poder – em especial o nosso –  bem como o voto daqueles que literalmente os desprezam.

A política eleitoral tem que mudar radicalmente no sentido de incentivar ao voto e não no sentido de a ele dissuadir.

Bastaria, para tal, cumprir o está estipulado pela Comissão Nacional de Eleições, que obriga a um tratamento rigorosamente igual para todos os partidos por parte da comunicação social. Bastaria haver vontade e coragem de se marcarem eleições para um dia de semana com respectiva dispensa ao trabalho de meio dia a quem comprovadamente for votar.

Mas a eles, como disse, interessa é a manutenção do poder. É a esquerda dominante, personificada nos nossos dias pelo PS e por Sócrates, mas também e pelo poder dos partidos de extrema-esquerda, marxistas, que tudo controla em Portugal: do Governo à Comunicação Social, da Justiça à Educação, passando por todos os sectores de governação e poder.

Eles governam apenas para si, fazendo tudo para manter o controlo total do sistema.

É justamente neste divórcio entre as políticas praticadas e os reais interesses de Portugal que reside o facto de, ao estarmos a viver uma das maiores crises de sempre – potenciada pela habitual corrupção da classe política que emergiu em 74 – as famílias e os trabalhadores portugueses se sintam terrivelmente abandonados e desesperados.

Como é que é possível que num Portugal com 2 milhões de pobres e mais de 500 mil desempregados, dos quais 200 mil não têm qualquer subsídio, o governo se empenhe mais em salvar bancos fraudulentos onde os seus amigos têm fortunas investidas?

Como é que é possível que se permita que as pessoas vivam aterrorizadas como o dia de amanhã e se sujeitem à chantagem dos poderosos que se aproveitam da crise?

Hoje em dia as pessoas temem seriamente pelo futuro distante e imediato: pela reforma, pelo emprego, pelo poder de compra e também pelos direitos adquiridos cada vez mais ameaçados.

São precisas políticas nacionais que visem o bem de Portugal e dos Portugueses e não políticas de manutenção de privilégios e interesses sectários.

É por isso que Portugal precisa urgentemente do PNR!
Mas os portugueses na sua maioria, infelizmente, e pelas razões já apontadas, não conhece o PNR ou conhece de forma deturpada.

Isso requer de nós um esforço redobrado por dos darmos a conhecer e à nossa mensagem. A nossa subida eleitoral tem sido feita a pulso e assim será sempre. Ao contrário de muitos outros que são levados ao colo pelo poderio económico, e pela comunicação social.

Mas nós queremos ir bem mais além. E isso é possível e diria mesmo, uma certeza.

Basta ver o exemplo do nosso partido irmão em Inglaterra, o BNP, que há muito poucos anos estava no patamar em que o PNR hoje se encontra, e agora, ultrapassando os 6%, já elegeu dois deputados europeus.
Trabalhemos pois para isso! Um trabalho que tem que ser aturado, de fundo, virado para as pessoas, a começar por aquelas que já estão connosco!

Aos mais de 13 mil portugueses que votaram no PNR e de modo especial aos que mais apoiam, lanço o meu apelo: aproximem-se mais ainda do PNR. Apoiem mais: com constância e determinação; sempre!
Temos que lutar sem tréguas. O PNR conta convosco!

Viva o PNR! Viva Portugal!»

Humberto Nuno Oliveira – Europeias 2009 – PNR

1º de Maio de 2009 | Discurso de José Pinto-Coelho

Portugueses!

Esta celebração do 1º de Maio não é para os Nacionalistas a exaltação de uma classe social e muito menos da instigação à luta de classes.
Pelo contrário, trata-se da evocação do trabalho no seu todo, da produção nacional e de todos os agentes nela intervenientes. Trata-se sim do reconhecimento e da necessidade de cooperação entre todos para a melhoria de vida dos portugueses, para o progresso e independência nacionais.
É assim que exaltamos este bem que escasseia cada vez mais: o trabalho!
O trabalho, longe de ser encarado como fardo, castigo ou exploração, deve sê-lo antes, como algo que contribui para o desenvolvimento nacional e individual. Algo que nos aperfeiçoa, realiza e liberta.

O emprego em Portugal está pelas ruas da amargura!
Actualmente, temos cerca de 500 mil desempregados, número este que cresce à razão de mais de 700 por dia, e temos também cerca de 500 mil imigrantes, claro está que este número não conta com os ilegais nem com aqueles a quem irresponsavelmente se atribuiu a nacionalidade portuguesa.
Temos também aqueles portugueses que, em número cada vez maior deixam Portugal para encontrarem melhores condições de vida lá fora. Isto acontece porque Portugal, em vez de cuidar dos seus filhos, despreza-os. Para os portugueses tudo são obrigações e complicações; já para a maioria dos imigrantes, parecemos mais a “Santa Casa da Misericórdia”…
Os portugueses têm que se sujeitar à concorrência desleal, ao emprego precário, à exploração e à angústia constante da possibilidade de desemprego. Somos reféns desta injustiça social onde os ricos são cada vez mais ricos, a classe média cada vez mais pobre e onde as famílias estão fortemente endividadas!

Os políticos andam alarmados com uma crise tremenda que, sendo verdadeira, foi gerada por eles e serve de desculpa para tudo.
Há que separar as águas! Uma coisa é a crise; outra coisa é aquilo que a ela se sobrepõe, agravando-a: corrupção e injustiça social!
Naquilo que à crise diz respeito, há que ter em conta que a comunicação social acaba por gerar um clima de alarme que em nada contribui para a retoma da confiança dos mercados, antes contribuindo para a paralisação da actividade económica.
Também não podemos ignorar todos aqueles que, sem escrúpulos, se aproveitam da crise para procedem a despedimentos em massa ou a falências oportunistas.

Mas para lá dessa crise que efectivamente afecta a maioria das pessoas com gravidade, bem pior que isso é a corrupção que se vive em Portugal desde há 35 anos e o crescente fosso que separa ricos e pobres, retratando assim uma terrível injustiça social. Portugal caminha a passos largos para o terceiro-mundismo! Criminalidade, desemprego, injustiça social, fosso gigante entre os ricos e a classe média com a corda na garganta, um quinto da população na pobreza… O que é isto senão um país de terceiro mundo, embora europeu?

Voltando à crise: a culpa é da classe política.
É desses “iluminados” que em Portugal e por todo o lado defendem com unhas e dentes a globalização, quer a económica, quer a multicultural. Quanto maior é a nossa dependência e a nossa diluição no mundialismo descaracterizado, menor é, obviamente, a nossa capacidade de combater esta ou outras crises que nos entrem porta dentro.

Voltando à corrupção: a culpa é da classe política.
É desses “libertadores” abrileiros que alimentam o compadrio, o carreirismo, o tráfico de influências, levando a que os poderosos o sejam cada vez mais e que sejam intocáveis por mais tropelias que façam. A Justiça – ou falta dela – em Portugal é uma vergonha porque está controlada por essa gente esquerdista.

Voltando à injustiça social: a culpa é também da classe política.
É desses “campeões” da igualdade, mas que nos brindam sistematicamente com a mais gritante desigualdade, como por exemplo, o facto de ao comum dos assalariados se aplicar implacavelmente o áspero Código de Trabalho, mas por outro lado, termos que confiar na palavra dos senhores Deputados, que face a uma semana de falta ao trabalho lhes baste simplesmente dizer que estiveram doentes…

Doente está o país! Está tudo de pernas para o ar!

E onde se encontram então as soluções?
Numa palavra: Nacionalismo!
Noutra: PNR!

Estas soluções passam pelo proteccionismo, embora sem isolacionismo.

Passam pela preferência de emprego aos nacionais e não pela exploração da mão-de-obra imigrante.

Passam pelo investimento na produção nacional e não pela destruição do nosso tecido produtivo obedecendo às ordens de Bruxelas.

Passam pelo retorno à nossa moeda nacional – o Escudo! – e não pela submissão a uma moeda estranha que arrasou o poder de compra dos portugueses e nos retira os mecanismos necessários para melhor combater a crise.

Passam pelo combate implacável aos corruptos, aos usurpadores de funções aos criminosos de colarinho branco e não pelo seu branqueamento e pelo uso de truques que os mantém intocáveis.

Passam pelo apoio efectivo às famílias, aos trabalhadores, aos empreendedores nacionais e não pela subserviência a tudo o que vem de fora.

Passam pelo investimento decidido no sector energético, nomeadamente no nuclear, que nos torna mais autónomos nessa matéria, e não pela teimosia de obras megalómanas que além de aumentarem a nossa dívida externa vão endividar severamente as futuras gerações e dão emprego sobretudo a mais imigrantes que, depois de terminadas as obras ficam por cá a viverem de subsídios e de criminalidade.

Já chega de tantas injustiças e de políticas irresponsáveis!

Não podemos continuar a consumir aquilo que não produzimos.
Não podemos continuar a iludir os portugueses e a endividá-los.
Não podemos continuar a hipotecar a independência nacional e o nosso futuro.

É por isso que no próximo dia 7 de Junho, na Eleição para o Parlamento Europeu, os portugueses precisam de dar um sinal claro de que querem mudar o rumo de Portugal e castigar os grandes culpados de sempre com o seu voto no PNR que está muito bem representado por Humberto Nuno de Oliveira.

É que votar no PNR não é votar em falsos compromissos ou em palavrinhas hipócritas e politicamente correctas.
Votar no PNR é votar na mudança!
É votar na coragem e na coerência!
É votar em quem defende Portugal e os portugueses em primeiro lugar!
É nisso que consiste o nosso proteccionismo.

Pela Nação e pelo Trabalho,
viva o PNR e viva Portugal!

Fonte

O PNR quer Democracia

Face à violação da Lei Eleitoral e das recomendações da CNE por parte da RTP, ao excluir os partidos extra-parlamentares do debate do programa “Prós e Contras” subordinado às “Eleições Europeias 2009”, o PNR promove uma

ACÇÃO DE PROTESTO
hoje, às 21.00 horas, à porta da Casa do Artista, em Lisboa,

contra a tentativa de silenciamento das posições do PNR e do seu Cabeça de lista às Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.
A candidatura do PNR foi a primeira a ser divulgada e comunicada à imprensa no dia 3 de Dezembro de 2008 e já nessa ocasião obteve o total silêncio como resposta.

Basta de discriminação e de hipocrisia!
Não calaremos a nossa indignação!

PNR.PT

PNR protesta contra discriminação da RTP

A RTP prepara-se para debater amanhã as “Eleições Europeias” no programa “Prós e Contras” só com os representantes dos cinco maiores partidos. Tal situação é inadmissível numa estação de serviço público e viola as recomendações da própria Comissão Nacional de Eleições.

A lei estabelece como norma universal a igualdade de direitos, a qual é bem frisada no Comunicado Oficial da Comissão Nacional de Eleições, do passado dia 24 de Março, segundo o qual “a necessidade de garantir a igualdade e a não discriminação entre todas as forças políticas concorrentes à eleição [Europeias 2009] resulta do disposto nos artigos 56.º e 64º, nº 2 da Lei nº 14/79, de 16 de Maio”, reforçando ainda que “a simples ausência, no debate, de um qualquer dos candidatos, fará crer, de princípio, a grande número de cidadãos que outros que não os presentes nem sequer se apresentarão ao sufrágio ou então, talvez até pior que isso […] que a candidatura dos ausentes, por qualquer razão, não será para representar com seriedade”. Assim, a CNE reitera que “órgãos de comunicação social devem garantir informação equivalente a todas as candidaturas com vista ao esclarecimento do eleitor.”

Ora, o PNR foi o primeiro partido a apresentar o seu cabeça de lista – o Dr. Humberto Nuno de Oliveira – e será agora, a par de outros, discriminado pela própria estação de serviço público, paga e subsidiada com o dinheiro de todos os portugueses, mesmo dos que se não revêem nos cinco partidos favorecidos. Por isso, o PNR manifesta o seu mais firme repúdio por esta atitude intolerável, ilícita, ilegal e discriminatória.

O PNR denuncia publicamente esta tentativa de silenciamento das suas posições e apela à Comissão Nacional de Eleições e à Entidade Reguladora da Comunicação Social para que tomem as medidas que a lei lhes consigna.

No caso de a RTP persistir na exclusão das forças políticas extra-parlamentares, o PNR convocará uma acção de protesto na Casa do Artista, amanhã, às 21.00 horas.

Comissão Política Nacional | 19 de Abril de 2009

PNR vítima de perseguição política

O Partido Nacional Renovador acaba de ser vítima de um acto de perseguição política. O seu presidente, José Pinto-Coelho, foi constituído arguido com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, no seguimento de uma queixa-crime apresentada contra o partido pelo vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes.
A história é simples. O PNR, no uso de uma prerrogativa legal, afixou em Outubro de 2008 um cartaz de teor político na zona de Entrecampos, em Lisboa. Como é normal, várias vozes se ergueram contra a mensagem do mesmo, exigindo a sua retirada. Na altura, o Procurador-Geral da República afirmou publicamente que o cartaz exposto não preenchia os elementos típicos de ilícito criminal e que, por isso, não deveria ser removido.
Apesar disso, o vereador Sá Fernandes, eleito por um partido de extrema-esquerda, ordenou abusivamente que os serviços camarários retirassem o cartaz e apresentou queixa-crime contra o PNR por “discriminação racial”. Foi em virtude de tal queixa que o Presidente do PNR foi constituído arguido na passada quinta-feira, 2 de Abril, tendo-lhe sido aplicada a medida de coacção de Termo de Identidade e Residência. Numa altura em que tantos se indignam com as pressões e perseguições movidas pelo poder político a jornalistas e magistrados, o PNR aguarda para o seu caso a resposta dos valorosos defensores da liberdade de expressão.


PNR:  5 de Abril de 2009